31 de maio de 2021

FOSSE EU, O PRESIDENTE

Fosse eu o Presidente da República não descansaria enquanto não criasse o ambiente mais adequado pra enfrentar o vírus. O vírus não tem inteligência, mas avança, se multiplica e varia pelos espaços disponibilizados. 

Se o lugar é um lugar bem cuidado pelo governo e pelas pessoas do lugar, fica mais difícil pra o vírus, logo mais apropriado às pessoas. Quanto maior for a interação entre as pessoas, maior a circulação do vírus e maior o número de contaminados além de maiores chances de variações deste vírus. 

Não há no momento, prioridade maior que o combate à pandemia provocada pelo Coronavírus. Fica mais barato prevenir a proliferação do vírus do que tratar os indivíduos infectados. Mas, para que se tenha a melhor prevenção, é preciso comprometer algumas atividades, essenciais inclusive.

Quanto maior o empenho e melhor for a equipe governamental, mais eficazes serão suas medidas. Convocaria” pra esta guerra, as melhores cabeças pra elaborar e propor e aplicar estratégias, cônscio de que deveria me curvar às suas orientações. Proporia e instalaria um mega comitê com os representantes de todos os setores pra colaborarem com o governo e às demais autoridades neste enfrentamento.

Seria intenso tanto na conscientização quanto na fiscalização dos governados, pois nenhum governo conseguirá vencer o vírus sem o aval e o envolvimento de seus governados.

Como é previsível em situações como esta, alocaria todos os recursos financeiros governamentais e captaria outros pra assistir a quem precisa: trabalhadores e empresas. Não faltariam vontade e empenho para a produção e/ou aquisição de fármacos, insumos hospitalares e imunizantes.

Com os demais poderes e entes federativos, criaria uma força-tarefa sem precedentes pra oferecimento de hospitais, enfermarias, testagem, laboratórios e UTis compatíveis com a gravidade da situação.

Cada perda humana seria lamentada com a mesma intensidade com que uma mãe perde seu filho. E cada vitória seria comemorada como um gol de placa. Erros e acertos seriam exaustivamente estudados pra construção de estratégias ainda melhores a serem empregadas nesta guerra.

Fosse eu o Presidente da República, me portaria como um governado pra executar o que me foi incumbido. Proporia ao Congresso que, extraordinariamente não houvesse o direito de reeleição nos atuais mandatos dos congressistas e dos gestores, do prefeito ao presidente.

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