1 de fevereiro de 2021

HISTÓRIA DELIRANTE

Cires Canisio Pereira

Parto da convicção de que o regime político chefiado por Hitler na Alemanha, entre 1933 e 1945, era um regime de esquerda, isto é, socialista. A pretensão do Fueher era, portanto, destruir o sistema capitalista.
Com a situação consolidada na Alemanha, Hitler resolveu ocupar o leste europeu e a URSS. Em 1917, havia ocorrido na URSS uma revolução liderada por Lênin que era cristão ortodoxo e pró capitalista. Stálin, judeu enrustido, sucedeu Lenin optou por subverter a ideia original.
A proximidade entre Stálin e os banqueiros judeus da Inglaterra e dos EUA foi a gota d’água pra que Hitler invadisse o ”País dos Urais”, logo no início da Segunda Guerra, em três frentes: Stalingrado, Moscou e Leningrado.
Mussolini, apoiado pelos sindicatos italianos após ter-lhes concedido muitas benesses, se prontificou a colaborar com Hitler nas ações anexionistas pelo norte da África. Enquanto isto, na Ásia, o outro aliado de Hitler - Japão - ocupava parte da China. No grande país asiático, os japoneses tiveram a colaboração dos nacionalistas chineses que também eram comunistas. Mas, numa grande artimanha diplomática, os EUA e a Inglaterra conseguiram dissuadir os chineses a mudarem de lado.
A contenção do ímpeto dos três “Impérios Vermelhos”, Alemanha, Itália e Japão, só foi possível graças ao pacto firmado em 1942, entre EUA, Reino Unido, União das Repúblicas Socialistas (socialista pra ter apoio do proletariado) e Soviética e China, do esquerdista Chan Kai-Chek.
Em 1945 a guerra acabou, os esquerdistas Mussolini e Hitler morreram e o Japão foi ocupado pelos EUA do Presidente, também esquerdista, Harry Trumam. Era o fim do Eixo Roma-Berlim-Tóquio que queria destruir o capitalismo mundial. Chamo a atenção dos leitores pra um detalhe que é muito sério: a cor VERMELHA continuou integrando as bandeiras tanto dos derrotados quanto dos vitoriosos.

A ORDEM BIPOLAR

Entre 1945 e 1989, o mundo se viu diante de uma disputa pela hegemonia entre a URSS e os EUA. Nos EUA os governos estiveram sempre alinhados ao economista de esquerda Johnson Maynard Keynes que pregava a intervenção estatal e o assistencialismo para os pobres. Na URSS, o governo composto por judeus travestidos de socialistas, continuava dono de tudo, tal qual a China. O “Capitalismo de Estado” e a escravidão do proletariado, juntos.
Na América Latina, neste contexto marcado por uma “Guerra Fria”, havia um temor de que a direita pudesse avançar mais, sobretudo quando se implantou em Cuba outro “Capitalismo de Estado”. Por isso os militares na região, alinhados com a maioria civil, patriótica e democrática, assumiram vários governos, incluindo o Brasil em 1964.
Evitaram, portanto, que o Brasil se tornasse um “satélite de Moscou”. Felizmente, a ordem democrática foi preservada, ainda que fosse preciso abater alguns fascistas, seguidores do marxismo. Foram anos de democracia, de prosperidade e nenhuma corrupção. Os jornais, a classe artística e a comunidade científica, sempre muito atentos, tinham liberdade pra denunciarem eventuais desviozinhos de conduta dos homens de coturnos.
Passada a Guerra Fria, o mundo se vê refém do “Globalismo”, uma ordem geopolítica concebida pelos “gramscianios” e o seu “Marxismo Cultural”. Foram estes neo esquerdistas os responsáveis pela crise de 2008. Havia sido implantado no mundo um modelo econômico muito permissivo aos trabalhadores que acabou gerando indolência coletiva e elevando a dívida dos governos pelo mundo.
No curso desta crise, lideranças políticas sensíveis ao sofrimento dos mais pobres, têm se desdobrado pra reverterem a situação. Donald Trump, atual presidente dos EUA, talvez seja o exemplo maior. Um bilionário, desapegado e, preocupado com os desempregados, que obteve o apoio da maioria dos eleitores e GRAÇAS A DEUS pra governar esta que é a maior economia do mundo.
O Brasil, que sempre gostou de desafios, também está vivendo uma grande mudança. Bolsonaro, um ex-militar resolveu arregaçar as mangas pra ajudar o povo a ter dias melhores, assim a maioria do eleitorado purgou o capitão Bolsonaro pra governar a todos. Bolsonaro afirmou ter nascido pra ser militar, mas não poderia deixar de atender à providência divina.
Trump e Bolsonaro uniram esforços pra construírem um mundo sem globalismo, ainda “não plano” (sic), sem corrupção, seguro (militarizado) e próspero. O diabo é que a esquerda sempre apronta. Nos EUA, graças às fraudes eleitorais, Joe Biden devidamente pelo vírus chinês, derrotou o principal bastião na luta contra o “globalismo”, Donald Trump.

OBSERVAÇÃO: Leiam com cuidado, a História adverte que estórias, ainda que hilariantes, podem conter doses de perversidade e provocarem idiotia coletiva.

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