A DIVINDADE HUMANA

CIRES PEREIRA
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O homem vitruviano 1490 - Leonardo Da Vinci

O ser humano sempre foi e continuará sendo um conjunto grandioso, dono de atributos imensuráveis e com potencialidades infinitas. Muito já se estudou sobre o ser humano. Muito já se hipotetizou e já se constatou sobre o que ele fez e faz. Até mesmo estes estudos sobre a criatividade e as potencialidades humanas, ainda que vastos, são poucos diante do que se espera que se estude e se conclua sobre este “adorável complexo”.


O fato é que nos encontramos novamente numa guerra mortal entre o ser humano e o vírus, cujas primeiras batalhas são vencidas por estes reles vírus. A impressão que fica, passadas as primeiras batalhas, é que os zilhões de pequeninos “Davis” e sem suas fundas, são mais inteligentes e poderosos que os bilhões de gigantescos “Golias”. 

Por outro lado, temos tanta convicção em nossas potencialidades já estudadas, comprovadas e catalogadas, também na crença sobre o “nosso” potencial que sequer conhecemos, que estamos certos que venceremos mais esta guerra. Mais que isto, estamos certos que outras guerras virão e, mesmo que sequer saibamos a respeito de sua intensidade e extensão, também as venceremos.

Em dantescas guerras travadas na história, contra a malária, o cólera, a peste bubônica, o tifo, o influenza e em seus filhotes mutantes dos últimos 100 anos, os seres humanos com arsenais bem mais modestos que os de hoje lograram êxito. É verdade que as baixas humanas nestas guerras pretéritas, foram superlativas, afinal de contas, pra cada soldadinho humano, havia 10, 100, 1.000 e até milhões “deles”, mesmo assim os vencemos. 

Sabe porque esta minha descomunal certeza de que sempre os venceremos? 

Exatamente por acreditar na grandiosidade humana e o quão espetacular tem sido e a sua inventividade. Somos privilegiados, pois não há nenhum ser que se compara ao ser humano. 

Sim, somos mortais, entretanto a existência humana no meio terrestre, desde que os primeiros aqui surgiram, foi e continuará sendo eterna. Nada será capaz de eliminar a espécie humana. A CIÊNCIA é a materialidade de nossa infinitude que, diuturnamente, se apresenta e nos convoca pra termos ciência da CIÊNCIA.

É óbvio que muitos fazem cara feia pra CIÊNCIA, não acreditam nela. Estes que resistem à CIÊNCIA, são também comprovantes de que o ser humano é espetacular e imprevisível, afinal de contas são descrentes de uma divindade destoante das demais. Curiosamente, a “DIVINDADE HUMANA é a única que comprova sua existência, portanto uma divindade concreta.

AS CIÊNCIAS são os milagres produzidos pela razão, ferramenta inseparável da DIVINDADE HUMANA.

Irmãos e irmãs, em tempos rudes como os de agora, não hesitais em também crer na “DIVINDADE HUMANA” e em suas filhas mais importantes e indispensáveis, as CIÊNCIAS .

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