24 de julho de 2019

HISTÓRIA DELIRANTE

Parto da convicção de que o regime político chefiado por Hitler na Alemanha entre 1933 e 1945, era socialista. A pretensão do Fueher era, portanto, destruir o sistema capitalista.

Com a situação consolidada na Alemanha, Hitler resolveu ocupar o leste europeu e a URSS. Em 1917, havia ocorrido na URSS uma revolução liderada por Lênin que era cristão ortodoxo e pró capitalista. Stálin, judeu enrustido, sucedeu Lenin optou por subverter a ideia original.

A proximidade entre Stálin e os banqueiros judeus da Inglaterra e dos EUA foi a gota d’água pra que Hitler invadisse o ”País dos Urais”, em três frentes: Stalingrado, Moscou e Leningrado.

Mussolini, apoiado pelos sindicatos italianos  após ter-lhes concedido muitas benesses, se prontificou a colaborar com Hitler nas ações anexionistas pelo norte da África. Enquanto isto, na Ásia, outro aliado de Hitler,o Japão ocupava a China. No grande país asiático, os japoneses tiveram a colaboração dos nacionalistas chineses que também eram comunistas. Mas, numa grande artimanha diplomática, os EUA e a Inglaterra conseguiram dissuadir os chineses a mudarem de lado.

A contenção do ímpeto dos três “Impérios Vermelhos” (Alemanha, Itália e Japão), foi possível graças ao pacto firmado em 1942, entre os EUA, Reino Unido, União das Repúblicas Socialistas (socialista pra ter apoio do proletariado) e Soviética e China, do esquerdista Chan Kai-Chek.

Em 1945 a guerra acabou, os esquerdistas Mussolini e Hitler morreram e o Japão, ocupado pelos EUA, já governados pelo esquerdista Harry Trumam. Era o fim da aliança que queria destruir o capitalismo mundial. Paradoxalmente, a cor vermelha continuou integrando as bandeiras dos derrotados e dos vitoriosos.

Entre 1945 e 1989, o mundo se viu diante de uma disputa pela hegemonia entre a URSS e os EUA. Nos EUA os governos estiveram sempre alinhados ao economista de esquerda Johnson Maynard Keynes que pregavam a intervenção estatal e o assistencialismo para os pobres e na URSS, o governo composto de judeus tornava-se dono de tudo tal qual a China. Era o “Capitalismo de Estado”, de um lado, e a escravidão do proletariado, do outro.

Na América Latina, neste contexto marcado pela “Guerra Fria”, havia um temor de que a direita pudesse avançar mais, depois que se implantou em Cuba o “Capitalismo de Estado”. Por isso os militares na região, alinhados com a maioria civil (comumente patriótica e democrática), assumiram vários governos. No Brasil em 1964, inclusive. Evitaram, portanto, que o Brasil se tornasse um “satélite de Moscou”. Felizmente a ordem democrática foi preservada, ainda que fosse preciso abater alguns fascistas, seguidores do marxismo.

Foram anos de democracia, de prosperidade e nenhuma corrupção. Os jornais e a classe artística e ciência, sempre muito atentos, tinham liberdade pra denunciarem algum desviozinho.

Passada a Guerra Fria, o mundo se vê refém do “Globalismo”, uma ordem geopolítica concebida pelos “gramscianios” e o seu “Marxismo Cultural”. Provocadores da crise de 2008, por terem implantado um modelo econômico muito permissivo aos trabalhadores e que elevou a dívida dos governos pelo mundo.

No curso desta crise, lideranças políticas sensíveis ao sofrimento dos mais pobres têm se desdobrado pra reverterem a situação. Donald Trump, atual presidente dos EUA, talvez seja o exemplo maior. Um bilionário, desapegado e, preocupado com os desempregados, que obteve o apoio da maioria dos eleitores e GRAÇAS A DEUS pra governar está que é a maior economia do mundo.

O Brasil, que sempre gostou de desafios, também está vivendo uma grande mudança. Bolsonaro, um ex-militar resolveu arregaçar as mangas pra ajudar o povo a ter dias melhores, assim a maioria do eleitorado purgou o capitão Bolsonaro pra governar a todos. Bolsonaro afirmou ter nascido pra ser militar, mas não poderia deixar de atender à providência divina.

Trump e Bolsonaro agora precisam unir esforços pra construírem um mundo sem globalismo (não plano em razão de ser ainda uma hipótese), sem corrupção, seguro (militarizado) e próspero.

História adverte: estória ainda que hilariante, pode conter doses de perversidade e causar idiotia.

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