19 de março de 2015

A PAZ IMINENTE NA COLÔMBIA

CIRES PEREIRA

Este site acompanhou as eleições na Colômbia no primeiro semestre de 2014. Uma nação vizinha e amiga do Brasil. Juan Manuel Santos reelegeu-se presidente no 2º turno. O então presidente Santos derrotou o candidato oposicionista Óscar Ivan Zuluaga por uma pequena margem de votos. Este contou o importante apoio do ex-presidente Álvaro Uribe.


Para saber mais clique:http://www.escritaglobal.com.br/2014/06/eleicoes-colombianas-elecciones-en.html

Pelos resultados da eleição ficou patente que o país continua dividido entre duas opções. Juan Manuel Santos desde que assumiu a presidência tem se esforçado para construir um consenso entre o governo e as FARCs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) com o intuito de por fim a um dos conflitos mais longevos da história. Zuluaga, por seu turno, jamais escondeu seu ceticismo quanto às negociações. Tal como o seu principal cabo eleitoral (Uribe), propunha o endurecimento nas negociações com as FARCs que poderia implicar no fim das negociações e no recrudescimento das hostilidades.

Para alívio de grande parte dos colombianos e de seus vizinhos, a vitória de Santos significou mais uma oportunidade para as negociações de paz. Para a América Latina é muito importante que a Colômbia volte a ter estabilidade e paz, pois falamos do país mais populoso da América do Sul depois do Brasil e que apresenta uma economia muito pujante que lhe tem conferido a condição de quarta maior economia da região.

Colômbia tem tido um crescimento econômico anual acima da média mundial, crescimento que tem refletido em melhorias nos indicadores sociais como emprego e renda. Muitos reparos precisarão ser feitos em sua política econômica para continuar num ritmo razoável, muitos recursos ainda precisarão ser revertidos em programas sociais que possam reduzir as desigualdades sociais que ainda imperam no país. Os colombianos querem paz e segurança, tanto quanto querem o crescimento econômico e a redução na ainda acentuada desigualdade social.

Nesta semana em Havana teve início a 34ª rodada de negociações entre o governo e as FARCs. Dois fatos nos induzem a ter mais esperança num acordo histórico e definitivo: o avanço na última negociação em que os dois lados se comprometeram em desativar suas minas e, na semana passada, o anúncio do governo em suspender os bombardeios aéreos contra os acampamentos das FARCs. 

Segundo fontes do governo e da maioria da imprensa a guerra passou a ser custeada em parte pelo narcotráfico, pois desde os anos 90, uma nova realidade não mais caracterizada pela polarização entre os EUA e a URSS pelo controle do mundo se impôs. As FARCs e o ELN (direitista), segundo estas mesmas fontes, passaram a depender cada vez mais das benesses do crime organizado colombiano. Assim espera-se que o fim do conflito possa implicar na retração do narcotráfico, pois as atenções do governo se voltariam mais para a repressão aos poderosos cartéis do narcotráfico. 


Felizmente, a possibilidade de um recuo nestas negociações, segundo os especialistas, é cada vez mais remota. Deste modo concretizar-se-á a previsão que havia feito em junho de 2014 de que a vitória de Juan Manuel Santos faria com que a Colômbia passasse a trilhar o último trecho de uma longa noite de 50 anos que já matou milhares de pessoas. Todos queremos o sol, a vida e a paz para nossos irmãos da Colômbia.


Pelos resultados da eleição ficou patente que o país continua dividido entre duas opções. Juan Manuel Santos desde que assumiu a presidência tem se esforçado para construir um consenso entre o governo e as FARCs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) com o intuito de por fim a um dos conflitos mais longevos da história. Zuluaga, por seu turno, jamais escondeu seu ceticismo quanto às negociações. Tal como o seu principal cabo eleitoral (Uribe), propunha o endurecimento nas negociações com as FARCs que poderia implicar no fim das negociações e no recrudescimento das hostilidades.

Para alívio de grande parte dos colombianos e de seus vizinhos, a vitória de Santos significou mais uma oportunidade para as negociações de paz. Para a América Latina é muito importante que a Colômbia volte a ter estabilidade e paz, pois falamos do país mais populoso da América do Sul depois do Brasil e que apresenta uma economia muito pujante que lhe tem conferido a condição de quarta maior economia da região.

Colômbia tem tido um crescimento econômico anual acima da média mundial, crescimento que tem refletido em melhorias nos indicadores sociais como emprego e renda. Muitos reparos precisarão ser feitos em sua política econômica para continuar num ritmo razoável, muitos recursos ainda precisarão ser revertidos em programas sociais que possam reduzir as desigualdades sociais que ainda imperam no país. Os colombianos querem paz e segurança, tanto quanto querem o crescimento econômico e a redução na ainda acentuada desigualdade social.

Nesta semana em Havana teve início a 34ª rodada de negociações entre o governo e as FARCs. Dois fatos nos induzem a ter mais esperança num acordo histórico e definitivo: o avanço na última negociação em que os dois lados se comprometeram em desativar suas minas e, na semana passada, o anúncio do governo em suspender os bombardeios aéreos contra os acampamentos das FARCs. 

Segundo fontes do governo e da maioria da imprensa a guerra passou a ser custeada em parte pelo narcotráfico, pois desde os anos 90, uma nova realidade não mais caracterizada pela polarização entre os EUA e a URSS pelo controle do mundo se impôs. As FARCs e o ELN (direitista), segundo estas mesmas fontes, passaram a depender cada vez mais das benesses do crime organizado colombiano. Assim espera-se que o fim do conflito possa implicar na retração do narcotráfico, pois as atenções do governo se voltariam mais para a repressão aos poderosos cartéis do narcotráfico. 

Felizmente, a possibilidade de um recuo nestas negociações, segundo os especialistas, é cada vez mais remota. Deste modo concretizar-se-á a previsão que havia feito em junho de 2014 de que a vitória de Juan Manuel Santos faria com que a Colômbia passasse a trilhar o último trecho de uma longa noite de 50 anos que já matou milhares de pessoas. Todos queremos o sol, a vida e a paz para nossos irmãos da Colômbia.

Este sitio ha seguido las elecciones en Colombia en el primer semestre de 2014. Una nación vecina y amiga de Brasil. Juan Manuel Santos fue reelegido presidente en la segunda ronda. El entonces presidente Santos derrotó al candidato opositor Oscar Iván Zuluaga por un pequeño margen. Esto incluyó el importante apoyo del ex presidente Álvaro Uribe.

Para saber más: http://www.escritaglobal.com.br/2014/06/eleicoes-colombianas-elecciones-en.html

Los resultados de las elecciones se hizo evidente que el país sigue dividido entre dos opciones. Juan Manuel Santos desde que asumió el cargo se ha esforzado por construir un consenso entre el gobierno y las FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia) con el fin de poner fin a uno de los conflictos más antiguos de la historia. Zuluaga, por su parte, nunca ha ocultado su escepticismo sobre las negociaciones. Al igual que su principal paladín (Uribe), propuesto endurecimiento en las negociaciones con las FARC que podrían significar el final de las negociaciones y la intensificación de las hostilidades.

Para el alivio de la mayoría de los colombianos y de sus vecinos, la victoria de Santos significó otra oportunidad para que las conversaciones de paz. Para América Latina es muy importante que Colombia recupere su estabilidad y la paz, ya que hablamos del país más poblado de América del Sur, después de Brasil y tiene una economía muy fuerte que ha conferido el estatus de la cuarta economía más grande de la región.

Colombia ha tenido un crecimiento económico anual superior al promedio mundial, el crecimiento se ha reflejado en una mejora de los indicadores sociales, como el empleo y los ingresos. Muchas de las reparaciones deben hacerse en su política económica a seguir un ritmo razonable, todavía tienen que ser invertido en programas sociales que pueden reducir las desigualdades sociales que aún prevalecen en el país muchas características. Los colombianos quieren la paz y la seguridad, tanto como quieran el crecimiento económico y la reducción de la desigualdad social agravada.

Esta semana en La Habana comenzó la ronda 34 de las conversaciones entre el Gobierno y las Farc. Dos hechos nos llevan a tener más esperanza en un acuerdo histórico y definitivo: el progreso en la última negociación donde las dos partes se comprometieron a desactivar las minas y, la semana pasada, el anuncio del gobierno de suspender los ataques aéreos contra los campamentos de las FARC .

Según fuentes del gobierno y de la mayor parte de la guerra de prensa se convirtió financiado en parte por el tráfico de drogas, ya que desde los años 90, una nueva realidad ya no se caracteriza por la polarización entre los EE.UU. y la Unión Soviética por el control del mundo prevaleció. Las FARC y el ELN (de derecha), según las mismas fuentes, han llegado a depender cada vez más de los beneficios del crimen organizado colombiano. Por lo tanto se espera que el fin del conflicto puede implicar la retirada del comercio de drogas, como la atención del gobierno se volvería más a la ofensiva contra los poderosos carteles de la droga.


Afortunadamente, la posibilidad de una disminución en estas negociaciones, según los expertos, es cada vez más remota. Así terminar será la predicción que se hizo en junio 2014 que la victoria de Juan Manuel Santos haría Colombia pase a caminar el último tramo de una larga noche de 50 años que ha matado a miles de personas. Todos queremos que el sol, la vida y la paz a nuestros hermanos en Colombia.
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