12 de abril de 2014

PROJETO "50 ANOS DE GOLPE CIVIL MILITAR - CONHECER PARA NUNCA MAIS"


Comissão Organizadora em 31 de março de 2014 - Câmara Municipal de Uberlândia MG
A Câmara Municipal de Uberlândia foi, neste 31 de março de 2014, palco do lançamento do Projeto "50 ANOS DE GOLPE CIVIL MILITAR - CONHECER PARA NUNCA MAIS". Estiveram presentes lideranças acadêmicas, políticas, eclesiais, comunitárias e sindicais que corroboraram a pertinência desta iniciativa e confirmaram a exata dimensão do alcance pretendido pela Comissão Organizadora, honrosamente dirigida pelo Professor Afonso Lana.
 As apresentações, além de emocionantes, foram esclarecedoras e conscientizadoras, falaram mais do que 1000 palavras. A conversa entre o Jornalista Marcio Alvarenga e o Professor Afonso Lana coroou com chave de ouro o lançamento.

Agradecemos as presenças de todos: Vereador Neivado representando a Câmara de Vereadores, Vice-Prefeito Paulo Vitiello Filho representando o Prefeito Gilmar Machado , O Deputado estadual Adelmo Leão representando a Assembleia Legislativa de MG, o Presidente da subseção OAB - Uberlândia Egmar Sousa Ferraz, a reitoria da UFU, a reitoria da FPU, e a Doutora Vanda Davi Fernandes de Oliveira da Comissão da Anistia (Ministério da Justiça).

Queremos muito mais do que ontem alcançamos, contudo temos consciência de que esta Comissão precisa contar com mais voluntários. É grande minha esperança de puder contar com muitos daqueles que estiveram no lançamento e outros que, por motivos alheios as suas vontades, não puderam comparecer. 

Estou a vontade para dizer em nome da Comissão de que o grupo que a constitui não tem nenhuma objeção quanto ao concurso de mais voluntários. A programação de todo o Projeto ainda não foi fechada, muitas ideias já nos foram apresentadas e todas elas poderão ser perfeitamente aplicadas. Para tanto é imperativo mais pessoas e mais organizações que possam nos ajudar, precisamos mais do que aplauso e solidariedade, precisamos de voluntários. 

Nossa resposta aos que se colocam em defesa do Regime Militar (1964-1985) não pode ser um simples não. Dizer "não ao não", a princípio não quer dizer nada mas pode ser muita coisa se o nosso "não" estiver acompanhado de "ação". Esta é, portanto, a súplica que faço em nome da Comissão". 

Aos que concordam com o conteúdo deste texto, peço que não deixe de participar das próximas ações do Projeto. Não sendo da região, montem algo semelhantes em suas cidades e regiões. E importante que esta reflexão sobre este infame regime ditatorial ocorra em todos os cantos do Brasil.

Caso queiram participar, entre em contato conosco.
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