11 de abril de 2014

MEU CARO AMIGO SAUL

CIRES PEREIRA


Velho Saul, quanto tempo hein?

Optou, desde 20 de março de 2013, por liderar sua família de outra forma, esta indireta, disforme e abstrata, mas igualmente imprescindível.

Curiosamente, sinto sua presença hoje mais do que antes. Talvez por que, tendo eu e outros deixado de lado nosso imediatismo e nossa pequenez recorrente, passamos a valorizar mais a sua presença na sua "aparente" ausência.

Todos os dias tenho tentado com êxito falar com você que, como era des se esperar, me ouve e me aconselha. Penso que as coisas tem sido mais fáceis para você ohar e proteger a tudo e a todos.

Também convenhamos, sua posição hoje é mais favorável, senão vejamos: conta com as forças abstratas do bem, estas dirigidas por um Deus; tem ao seu lado as companhias de Lourdes, Elmiro, Valban, Paulo Henrique, João Pereira, Joaquim, Jota, Ludovina, Odon, Jordelina, Nenêm e olha que estou elencando aqueles que "aqui" estiveram com você de forma mais intensa e, não poderia ignorar o fato de que você, que sempre preocupou-se com a unidade dos "seus", estes "seus" continuam unidos facilitando o seu trabalho.

Hoje é um dia dos país especial. É a primeira vez que te felicito pelo que tem feito por mim e pelos meus irmãos, sem que você esteja aqui para eu ver e sentir a sua reação. Isto é explicável, comumente procuramos agradar alguém esperando o reconhecimento deste alguém pelo agrado que fizemos. Agora com você as coisas ficaram diferentes, isto é, temos que aprender na sua aparente "ausência", o que na verdade é o mesmo que uma "imaginável" presença.

Pois é meu velho, você "se foi" para que pudéssemos aprender que a "perda" pode ser um ganho, assim agradeço em meu nome e de meus irmãos e a sua esposa, que continua sendo uma grande mãe, por ter tido a grandeza de nos ensinar. 

Sinto a falta de seu silêncio porque tenho sentido, mais ainda, a presença de seu grito.

Obrigado Amigo Saul e, como de costume, "um feliz dias dos país"
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