12 de abril de 2014

FUVEST - 5 DICAS HISTÓRIA

CIRES PEREIRA - 23 DE NOVEMBRO DE 2013
 

Revolução bolivariana: 1998 Hugo Chávez elege-se presidente do país desbancando os dois pesos pesados da política venezuelana: Acion democrática e COPEI (democratas cristãos). Pautado num discurso em que promete refundar o Estado. 1999 Nova constituição altera nome do país República Bolivariana da Venezuela, considera cláusula pétrea a manutenção da PDVSA como estatal e institui o referendum e o plebiscito popular que aprofunda o Estado de Direito Democrático. Em 2000 Chávez é reeleito pra governar por seis anos.

Guerra ao Terror: Governo G W Bush, logo após os atentados em 11 de setembro de 2001, determina uma política externa pautada no combate sem tréguas aos "inimigos da ordem mundial capitaneada pelos EUA", as organizações terroristas e os governos que amparam-nas, com eram os casos dos governos iraquiano, afegão, coreano, iraniano, sudanês, etc.

Governo Lula: 2003.2011 Um governo que conseguiu alavancar o crescimento econômico do país graças à recuperação das economias internacionais puxadas pela China que muito precisa de matérias primas e recursos energéticos e ao crescimento das demandas internas em razão das políticas de transferência de renda como o "fome zero", à retomada do emprego formal e retomada de investimentos do Estado na economia. Também um governo marcado por denúncias de pagamento a deputados para votarem com o governo no parlamento, no que se denominou como escândalo do Mensalão.

Primavera Árabe: Um conjunto de ofensivas inciado em dezembro de 2010, provocando as quedas de governos ditatoriais como o tunisiano, o egípcio e o líbio. Os protestos se avolumaram a tal ponto na Síria do ditador Bashar al-Assad configurando-se num quadro de guerra civil que já custou a vida de milhares ao longo de dois anos e meio. Greves, passeatas, convocatórias pelas redes sociais e sensibilização da comunidade internacional que vê com simpatia as mobilizações contra o arbítrio.

Absolutismo-monárquico: regime vigente nos Estados Nacionais europeus ao longo da época moderna, caracterizado por uma forte concentração de poderes nas mãos dos monarcas cujos objetivos eram satisfazer os propósitos das elites nacionais (burguesia, nobreza e clero).
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